Saúde A-Z

A SAÚDE DOS NOSSOS OLHOS

Para a grande maioria das pessoas, a visão é um dos sentidos mais importantes.   O olho é um órgão altamente complexo, fundamental para perceber tudo o que se passa à nossa volta. Nele existem milhões de células fotossensíveis e estruturas específicas, como a retina e a mácula (área central da retina), que através de processos bioquímicos, transmitem impulsos nervosos até ao cérebro, para que sejam analisados e traduzidos nas imagens que percecionamos, com uma incrível capacidade de detalhe. A complexidade das estruturas envolvidas no sistema ocular revelam a importância na manutenção do seu bom funcionamento.

Precisamente ao nível da mácula e da retina, em elevada concentração, existem pigmentos orgânicos designados por carotenoides, que atuam como filtros de luz, protegendo os tecidos oculares dos danos oxidativos da luz solar ou da iluminação artificial.  Um desses pigmentos é a luteína, para muitos conhecida como a “vitamina do olho” (na verdade não é uma vitamina mas sim um fitonutriente). À semelhança de outros carotenoides, a luteína não é produzida pelo organismo, mas pode ser ingerida através de uma alimentação equilibrada e rica em vegetais como a couve e os espinafres (de preferência cozidos), os brócolos, a rúcula, legumes como as ervilhas, o milho, a abóbora, a uva e o kiwi, e outros alimentos como a gema de ovo. 

À medida que envelhecemos, há a uma tendência natural na redução de luteína nos tecidos oculares. Por este motivo, aconselha-se o consumo de alimentos ricos em luteína ao longo da vida e também a suplementação a partir de idades mais avançadas ou nos casos de consumo insuficiente ou carência deste carotenoide no organismo.

Alguns estudos sugerem que uma maior ingestão de luteína está associada a um menor risco de degenerescência macular associada à idade (DMI). Esta doença provoca uma perda da visão central e é a causa mais comum de perda visual nas pessoas acima de 55 anos. Segundo esses estudos acredita-se que, como antioxidante, a luteína não só protege contra os danos oxidativos induzidos pela luz, mas também parece revelar uma capacidade de inibir as espécies reativas de oxigénio, aparentemente retardando a evolução da doença. 

A luteína é, por isso, um ingrediente a incluir na dieta e/ou suplementação a par com outras vitaminas, como por exemplo, A, C e E, que contribuem igualmente para uma melhor qualidade da visão e promoção da saúde ocular.

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